O Fantástico do Sonho
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
terça-feira, 29 de julho de 2014
I need to understand these feelings inside me. I don't know where are we or what are we doing. It feels nice. I'm confortable. So confortable with everything. Every detail of our relationship seems fit for both os us. Just no - We say.
Why not?
What would change?
What harm could it do?
It has been forever since any of us went further than the tipical Just no. I'm not so sure that the idea of kissing him weirds me out so much anymore. It did once. Couple of years ago it did weird me out. It weird both of us out. Right now, I don't know anymore. Maybe it's the surrounding that confuses me. I would very much like to blame that. Them. They are in love and make both of us feel out of place. Maybe that's just it.
But what if it's not?
We both know we would work just fine as a couple. We are that confortable talking about it too. Just no.
I'm so confortable.
And then these feelings when he speaks about the god damn girl he first dated. After they break up, I never liked her to be honest. But now, it's just surreal. I'm so stressed out at the mere mention of her that I'm plain blunt, insensitive even, without wanting. It's eating me inside out. The everything of this situation it's eating me alive. And I'm allowing it.
I keep thinking if I think more and more about it I will get tired and Let it go. Just no.
It's not happening.
I don't see an end.
I don't know what being in love feels like. I love him for sure, we have always been friends. But in love? To fall for him just like that, with a snap of someone's fingers at some unknown point in the curse of this summer? Nah...
If being in love is something like what I feel when I'm with him sometimes, like that evening in the river, then I want that. And, if it's not, I'm not sure I want it to be something else.
"Vamos oficializar isto?" - Os teus olhos malditos falaram mais do que qualquer coisa que tenhas dito.
What if I had played along? What would be of us now?
But I'm not talking to you am I? I'm talking to a blank page in the computer, confused as hell and without anyone to talk to. If you knew how important it was for me to leave the house today... you would have come to the river with me. And I would laugh this off without either of us knowing, instead of being here. Writing pixels in a blank.
And obviously the rest of the world is not helping. Even that it's just as normal as everything else.
Why not?
What would change?
What harm could it do?
It has been forever since any of us went further than the tipical Just no. I'm not so sure that the idea of kissing him weirds me out so much anymore. It did once. Couple of years ago it did weird me out. It weird both of us out. Right now, I don't know anymore. Maybe it's the surrounding that confuses me. I would very much like to blame that. Them. They are in love and make both of us feel out of place. Maybe that's just it.
But what if it's not?
We both know we would work just fine as a couple. We are that confortable talking about it too. Just no.
I'm so confortable.
And then these feelings when he speaks about the god damn girl he first dated. After they break up, I never liked her to be honest. But now, it's just surreal. I'm so stressed out at the mere mention of her that I'm plain blunt, insensitive even, without wanting. It's eating me inside out. The everything of this situation it's eating me alive. And I'm allowing it.
I keep thinking if I think more and more about it I will get tired and Let it go. Just no.
It's not happening.
I don't see an end.
I don't know what being in love feels like. I love him for sure, we have always been friends. But in love? To fall for him just like that, with a snap of someone's fingers at some unknown point in the curse of this summer? Nah...
If being in love is something like what I feel when I'm with him sometimes, like that evening in the river, then I want that. And, if it's not, I'm not sure I want it to be something else.
"Vamos oficializar isto?" - Os teus olhos malditos falaram mais do que qualquer coisa que tenhas dito.
What if I had played along? What would be of us now?
But I'm not talking to you am I? I'm talking to a blank page in the computer, confused as hell and without anyone to talk to. If you knew how important it was for me to leave the house today... you would have come to the river with me. And I would laugh this off without either of us knowing, instead of being here. Writing pixels in a blank.
And obviously the rest of the world is not helping. Even that it's just as normal as everything else.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Não sei o que me irrita mais quando já estou irritada contigo. Acho que é o facto de não responderes. Não desenvolves não trazes nada de novo, zango-me contigo e tenho a sensação que ficas calmo e sereno a engolir tudo o que te apetece dizer e não dizes, limitas-te a contradizer-me... Irrita-me o facto de não cresceres, de fugires das discussões, de tentares desviar o tema com posts do 9gag, de me chamares coelhinha mémé fofinha num tom de criança como se isso sozinho resolvesse tudo, como se eu me risse sempre disso mesmo quando estou zangada. Faz alguma coisa!, zanga-te, grita, discute, diz coisas não lógicas mas por favor REAGE! Não fujas das coisas, enquanto tentas comportar-te com uma qualquer ideia de maturidade que claramente achas ter, enquanto te escondes das discussões como um puto assustado... como se achasses que o que queres dizer me vá deixar ainda mais zangada. Provavelmente vai mas não fiques calado damn it! Eu não vou embora por estar zangada... não tenciono ir a lado nenhum. Mas quero... preciso que cresças amor. Que reajas.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
I'm who I'm no matter what...
«Só uma palavrinha, Sôra» - disse ele afastando-se da lareira a coxear devido à dor. «- Só uma palavrinha. Não me admiro que tudo o que estiveste a dizer seja muito certo. Como sou um sujeito que sempre gostou de saber o pior e, depois, fazer cara alegre, não nego nenhuma das tuas afirmações. Mas, mesmo assim, tenho mais uma coisa a dizer. Suponhamos que sonhámos ou que inventámos essas coisas todas , as árvores e a erva, o sol e a lua, as estrelas e até o próprio Aslan. Imaginemos que sim. Nesse caso, tudo o que posso dizer é que as coisas inventadas parecem muito mais importantes que as reais. Suponhamos que este poço negro a que chamas o teu reino é o único mundo. Bem, ele não me parece nada de especial. E, pensando bem, é uma coisa engraçada. Talvez tenhas razão e não passemos de criancinhas a inventarem um jogo. mas quatro crianças a jogar podem criar um mundo de brinquedo que mete num chinelo o teu mundo verdadeiro. É por isso que vou ficar do lado do mundo a fingir. Tomo o partido de Aslan, mesmo que Aslan não exista. Vou continuar a viver como Narniano, mesmo que Nárnia não exista. Por isso, os meus agradecimentos pelo jantar, mas, se estes dois cavalheiros e a jovem senhora estiverem prontos, vamos deixar a tua corte imediatamente e meter-nos a caminho pelas trevas, nem que passemos a vida à procura do mundo de cima. Não é que eu ache que as nossas vidas vão ser muito longas, mas não temos muito a perder, se o mundo é um lugar assim tão triste como dizes.»
Go Lamacambúzio!
Go Lamacambúzio!
Mermaids
As escamas brilham à luz coada do sol e as caudas potentes deixam sulcos nas águas em redor...
Desde pequenina que adoro mergulhar na água... sentir as suas correntes frias percorrerem-me a pele como uma carícia... o toque suave e frio de cada gota... Sinto-me bem na água. É uma atracção inexplicável. Mergulho, e o resto do mundo desaparece. Deixo os braços rasgar as águas que correm e reluzem, sinto o sol, por cima de mim, com seu brilhar gelado... A luz é diferente. O sentir é diferente. O viver é diferente. Eu sou eu. A mesma, mas mais eu. Mais calma. Mais pacífica. Mais viva. Imagino-me sereia. Com os cabelos castanhos e molhados emaranhados em conchas… braços e cauda, Terra e Mar. E vou mais longe… Deixo-me ficar… assim a imaginar… nesse profundo azul que é o mar, como seria bom e simples se me pudesse simplesmente transformar em sereia, sedutora, irreal, perigosa - como só o sonho o pode ser... e nadar…
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Random
Sometimes I have this huge feeling that something really, really important is missing in my life. I feel it in here. It's like a huge hole, always present. I don't know what it is, or when it's going to pop up into my life, or even if!, it is going to pop up. I just... It's so strong. How can I miss something whose existence I don't acknowledge? I'ts so messy. Sometimes I feel so happy all the time and then, all of a sudden, maybe right in the day next, I feel so under the weather that I can't even make an effort to open my mouth and say something... And it's on these particular moments I feel empty. But what puzzles me the most it's not it. It's I feel, again I don't know how, but I do feel it's near. As if it was right next to me. Maybe in the next corner. Or hidding behind that edge. So near I could grab it with my bare hands. But then again I can't grab it if I don't know what it is... Brain please don't let me drawn on this! - I yell, overwelmed by this sensation. And my brain keeps me afloat in the middle of these feelings and emotions. I just... don't know. I wish I did.
Me
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
O sonho
Tive um sonho mau há umas noites. Um sonho muito mau.
Não me recordo particularmente de ter adormecido. Sei que quando dei por mim a acção se passava em frente à minha escola. Ele, o meu melhor amigo, ia a atravessar a estrada. De repente, foi tudo tão rápido que nem percebi bem. Quando reparei as minhas pernas corriam para ele, estendido no chão da estrada. O grito "Nãooooooo" que estava preso na garganta e se escoava no espaço e no tempo, devagar, como que em câmara lenta. Senti que chorava. Como poderia não o fazer? Ele estava ali, presente, mas inerte, frio, pior que morto se tal é possível. O carro que lhe batera estava parado ali mesmo. Ajoelhei-me ao pé dele, sem lhe mexer, sabia que não devia, a chorar baixinho. Chegou a ambulância, que o levou com ela. Senti que me puxavam dali. Não sei quem. Levantei-me. Hospital era a minha prioridade. Recordei-me vagamente da aula que deveria ter mas não quis saber. Fui ao hospital, entrei, nem tive de pedir nada a ninguém afinal era a filha da Enfermeira Carla. Mas destas vez não era na Enfermeira Carla que eu pensava, nem era a filha da Enfermeira Carla que ali estava. Era a melhor amiga de alguém. Sentei-me à espera. Sentia o tempo passar. Não sabia dele. Ia perguntando. Não podiam ainda definir nada. Passou mais tempo. Quando recobrei a consciência do sonho ou o que fosse que lhe equivalesse estava sentada numa cadeira, ao pé duma cama rodeada de máquinas. Coma? Como?... As lágrimas voltaram a deslizar. Eram uma constante. Sentia-me vazia, perdida, triste, afogava-me nisso, não sabia nadar. Afinal ele era a minha bóia. Sei que tive de regressar às aulas. Mas não falava, não tinha consciência do que comia, do que fazia, do que deveria fazer. A minha garganta era uma permanente bola prestes a explodir. Fazia um esforço por ser forte. Por mim? Por ele? Por nós? Não sabia. Todas as tardes me ia sentar ao pé dele... Era agonizante. Sabia que quando ele voltasse a acordar, como eu desejava, se voltasse a acordar, sofreria. Teria dores, na melhor das hipóteses. Sentia-me egoísta e não conseguia deixar de sê-lo. Só queria voltar a ver aqueles olhos castanhos outros vez. A brilhar para mim. Tinha a vaga sensação de que os amigos dele passavam por lá. Sentia a presença deles. Ouvia as suas vozes. Mas não me mexia.
E depois um dia, estava eu debruçada sobre a cama dele, ligeiramente esgotada, psicologicamente derrotada e sinto uma mão no meu cabelo. Ergo a cabeça assustada. Era ele que me olhava, com aqueles olhos castanhos a brilhar. Pálido, definitivamente branco, mas acordado. Oh estava acordado. Chorei, outra vez a chorar pensei rindo, um riso borbulhante e cheio, mas era um choro bom, de alívio, de alegria, de felicidade, de tudo e mais alguma coisa.
Estremeci, não sei se acordei ou se simplesmente o meu olhar saiu de dentro da minha cabeça. Não me recordava de ter adormecido mas ganhei a consciência, devagarinho, de que fora um sonho. Senti-me despertar para o mundo terreno, sair da minha mente, tremia, sentia o meu coração pequenino. O nó na garganta não desaparecera. A minha almofada estava molhada, não húmida mas molhada, uma grande mancha de água que a cobria quase inteiramente. Pensei se teria sido tão real assim. A verdade é que nunca tive sonho mais verdadeiro. E nunca desejei tão ardentemente que não o fosse.
Nunca tive a perfeita noção da tamanha presença que ele tem em mim. Sabia que me fazia falta. Que me fazia bem. Que precisava dele. Que ele tem um efeito em mim que os outros não conseguem reproduzir. Mas não que me marcava tão profundamente. Ou sabia e preferia não saber. Tive medo. Medo a sério. E contei-lhe. Contei-lhe esse sonho porque dizem que, se contarmos, os sonhos não se realizam. E tudo ficou bem com uma gargalhada dele.
O que significa o estado em que fiquei, se é que significa alguma coisa... não sei se quero saber... se significa alguma e, se significar, não sei se quero descobrir o quê...
Eram 04:40 da manhã quando me apercebi de que não era real. Que se passara apenas... dentro da minha cabeça.
Não me recordo particularmente de ter adormecido. Sei que quando dei por mim a acção se passava em frente à minha escola. Ele, o meu melhor amigo, ia a atravessar a estrada. De repente, foi tudo tão rápido que nem percebi bem. Quando reparei as minhas pernas corriam para ele, estendido no chão da estrada. O grito "Nãooooooo" que estava preso na garganta e se escoava no espaço e no tempo, devagar, como que em câmara lenta. Senti que chorava. Como poderia não o fazer? Ele estava ali, presente, mas inerte, frio, pior que morto se tal é possível. O carro que lhe batera estava parado ali mesmo. Ajoelhei-me ao pé dele, sem lhe mexer, sabia que não devia, a chorar baixinho. Chegou a ambulância, que o levou com ela. Senti que me puxavam dali. Não sei quem. Levantei-me. Hospital era a minha prioridade. Recordei-me vagamente da aula que deveria ter mas não quis saber. Fui ao hospital, entrei, nem tive de pedir nada a ninguém afinal era a filha da Enfermeira Carla. Mas destas vez não era na Enfermeira Carla que eu pensava, nem era a filha da Enfermeira Carla que ali estava. Era a melhor amiga de alguém. Sentei-me à espera. Sentia o tempo passar. Não sabia dele. Ia perguntando. Não podiam ainda definir nada. Passou mais tempo. Quando recobrei a consciência do sonho ou o que fosse que lhe equivalesse estava sentada numa cadeira, ao pé duma cama rodeada de máquinas. Coma? Como?... As lágrimas voltaram a deslizar. Eram uma constante. Sentia-me vazia, perdida, triste, afogava-me nisso, não sabia nadar. Afinal ele era a minha bóia. Sei que tive de regressar às aulas. Mas não falava, não tinha consciência do que comia, do que fazia, do que deveria fazer. A minha garganta era uma permanente bola prestes a explodir. Fazia um esforço por ser forte. Por mim? Por ele? Por nós? Não sabia. Todas as tardes me ia sentar ao pé dele... Era agonizante. Sabia que quando ele voltasse a acordar, como eu desejava, se voltasse a acordar, sofreria. Teria dores, na melhor das hipóteses. Sentia-me egoísta e não conseguia deixar de sê-lo. Só queria voltar a ver aqueles olhos castanhos outros vez. A brilhar para mim. Tinha a vaga sensação de que os amigos dele passavam por lá. Sentia a presença deles. Ouvia as suas vozes. Mas não me mexia.
E depois um dia, estava eu debruçada sobre a cama dele, ligeiramente esgotada, psicologicamente derrotada e sinto uma mão no meu cabelo. Ergo a cabeça assustada. Era ele que me olhava, com aqueles olhos castanhos a brilhar. Pálido, definitivamente branco, mas acordado. Oh estava acordado. Chorei, outra vez a chorar pensei rindo, um riso borbulhante e cheio, mas era um choro bom, de alívio, de alegria, de felicidade, de tudo e mais alguma coisa.
Estremeci, não sei se acordei ou se simplesmente o meu olhar saiu de dentro da minha cabeça. Não me recordava de ter adormecido mas ganhei a consciência, devagarinho, de que fora um sonho. Senti-me despertar para o mundo terreno, sair da minha mente, tremia, sentia o meu coração pequenino. O nó na garganta não desaparecera. A minha almofada estava molhada, não húmida mas molhada, uma grande mancha de água que a cobria quase inteiramente. Pensei se teria sido tão real assim. A verdade é que nunca tive sonho mais verdadeiro. E nunca desejei tão ardentemente que não o fosse.
Nunca tive a perfeita noção da tamanha presença que ele tem em mim. Sabia que me fazia falta. Que me fazia bem. Que precisava dele. Que ele tem um efeito em mim que os outros não conseguem reproduzir. Mas não que me marcava tão profundamente. Ou sabia e preferia não saber. Tive medo. Medo a sério. E contei-lhe. Contei-lhe esse sonho porque dizem que, se contarmos, os sonhos não se realizam. E tudo ficou bem com uma gargalhada dele.
O que significa o estado em que fiquei, se é que significa alguma coisa... não sei se quero saber... se significa alguma e, se significar, não sei se quero descobrir o quê...
Eram 04:40 da manhã quando me apercebi de que não era real. Que se passara apenas... dentro da minha cabeça.
segunda-feira, 21 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Introdução
«Este livro, Cinco raparigas de Santa Clara, é o sexto, e último, sobre as histórias do Colégio de Santa Clara. Como os outros, faz completo sentido só por si, mas será lido com mais interesse por aqueles que tiverem lido os cinco livros, e já estão familiarizados com as respectivas personagens.
A série começou com o primeiro ano, depois foi seguindo, e termina agora com as alunas do quinto ano, que vão passar para o ultimo ano do colégio. As raparigas já são nossas amigas, é com elas que temos crescido e te-mo-nos desenvolvido... O seu carácter, as suas brincadeiras e partidas, as suas conversas e gargalhadas são muito do nosso conhecimento, e é quase com um sentimento de tristeza que eu , bem como os meus leitores, me despeço destas velhas amigas do Colégio de Santa Clara. Os outros livros são As gémeas no Colégio de Santa Clara, As gémeas voltam ao Colégio, O terceiro período em Santa Clara, O segundo ano no Colégio de Santa Clara e Claudina no Colégio de Santa Clara. Espero que toda a colecção vos tenha agradado, como todos as histórias que vos tenho contado.»
ENID BLYTON
Este é o tipo de pessoa capaz de nos aproximar da magia da imaginação, dela própria, do seu carácter admirável e de todo o carinho que tem por algo que lhe é querido e que com o passar do tempo ganhou vida própria. Reservo-me o direito de discordar que me despeço de tão adoráveis e admiráveis raparigas que me guiaram e guiam em determinados períodos da minha vida. É quase com um sentimento de tristeza, isso sim, que me despeço de uma escritora que tanto me ensinou através das suas vívidas personagens. Gostaria de ter a oportunidade de ler escrita por Ela a continuação de tão bela história que me é impossível não imaginar. O talento de transmitir aos outros sensações tão maravilhosas não devia ser algo a que tivéssemos que dizer adeus subitamente. Obrigada pela magia do natural e do bom... Obrigada por tudo...
sábado, 15 de janeiro de 2011
Forever...
Forever it's really much time... more than I can count...
"We will be forever friends"
Inside of each one of us we know that even it was just for once we said these words... and we belived them...
Friendship it's the highest level we could have ever achieved with our kindness...
And we so many times and so deeply ignored it...
Such a sadness...
Life is really short... not as long as we like to imagine it. Then why do we so many times waste part of it instead of enjoy each second as if it was the last?
Life is really short... not as long as we like to imagine it. Then why do we so many times waste part of it instead of enjoy each second as if it was the last?
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Sleepy me...
O sono serve como anestesia para tudo...
Até para um choque, derivado de uma notícia inesperada, ele serve de anestesia...
É como se deixasse de me importar momentaneamente com o que me rodeia... é absurdo e absurdamente bom...
Sinto-me como que morta... "absurdamente bom"(?!) pois... absurdamente absurdo....
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
I am who I am no matter what you say
«One word, Ma'am,» he said, coming back from the fire; limping because of the pain. «One word. All you've been saying is quite right, I shouldn't wonder. I'm a chap who always liked to know the worst and then put the best face I can on it. So I won't deny any of what you said. But there's one thing more to be said, even so. Suppose we have only dreamed, or made up, all those things - trees and grass and sun and moon and stars and Aslan himself. Suppose we have. Then all I can say is that, in that case, the made-up things seem a good deal more important than the real ones. Suppose this black pit of a kingdom of yours is the only world. Well, it strikes me as a pretty poor one. And that's a funny thing, when you come to think of it. We're just babies making up a game, if you're right. But four babies playing a game can make a play-world which licks your real world hollow. That's why I'm going to stand by the play-world. I'm on Aslan's side even if there isn't any Aslan to lead it. I'm going to live as like a Narnian as I can even if there isn't any Narnia. So, thanking you kindly for our supper, if these two gentlemen and the young lady are ready, we're leaving your court at once and setting out in the dark to spend our lives looking for the Overland. Not that our lives will be very long, I should think; but that's a small loss if the world's as dull a place as you say.»
sábado, 27 de novembro de 2010
Far Far Away
Sometimes it's almost like as if I didn't have a body. Like as if I were a bodyless soul traveling through dreams without count... When people think I'm standing right next to them and they are just seeing a body...
I've seen awesome places, met wonderful people and tasted the best that dream and imagination can gift us.
Flying above the highest cloud or diving into the deepest ocean. Get deeper in the wildest forest or run into the greatest fiel...
Found magical creatures which only apear to the ones who believe them.
So I say... it's a wonderful world... and no one can unsay it... because they don't know it...
This is my hapiness. The girl I am. The woman I'm going to become some day... And now I say... Who's going to travel with me?
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
From now on...
«Everything is backwards now.
Like out there is the true world, and in here is the dream.
It's hard to believe it's only been three months.
I barely remember my own life.
I don't know who I am anymore.»
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
The wordl's end
«Some say the world will end in fire.
Some say in ice...
From what I've tasted of desire,
I hold with those who favor fire...
But if I had to perish twice...
I think I know enough of hate,
To say that,
For destruction,
Ice,
Is also great...
And would suffice»
domingo, 14 de novembro de 2010
By one time....
«I'll carry you in my arms.
The kiss of the snow.
The crescente moon above us.
Our blood is cold.
And we're alone.
But I'm alone with you...»
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